CHIMARRÃO
Tomo chimarrão que é uma tradição gaúcha quase que todos os dias desde 2003, quando ganhei um apartamento de meu irmão em Porto Alegre. O apartamento fica no famoso treme-treme da cidade próximo a UFRGS na esquina da Av. Salgado Filho com Av. João Pessoa, ou seja bem central. Na verdade esse chimarrão logo tornou-se famoso pois tomava ele, cantava uma capela, e vendia os exemplares de Zé Contente meu livro lançado no mesmo ano de 2003. Com uma plaquinha da ilustração da capa do livro escrito encima em letras de forma grande O LIVRO. Pro povo saber que Zé é o livro meu nome, do autor vinha logo abaixo com letras normais. Mas não deu certo. Logo fiquei famoso como Zé e as vendas, as vezes uma por semana foram péssimas. Permaneci 5 anos, vendendo e divulgando este livro desta forma até que mudei para São Paulo, maior mercado de livros da América Latina. Fui morar num flat, já sonhado anteriormente, era o Residencial Parador na rua Avanhandava em frente a Av. 9 de Julho. Inicialmente não trouxe o tal chimarrão e começou a me dar uma crises de riso, tão hilárias que só eu sei. Tinha dias que eu ria tanto que chegava a me cagar nas calças de tanto rir, que senti a falta do chimarrão aos quais providenciei. Consegui encomendar com a editora Sulina alguns exemplares e até os vendi mas definitivamente meu forte não é vendas...Adotei então um point para o chima, ao lado de uma Sinagoga na Avanhandava com Martinho Prado e ali tamava chimarrão cantava e as vezes vendia o Zé. Logo fiquei famoso, não como escritor, mas como louco que canta.Finalmente a Sinagoga foi cercada e se tornará o primeiro Museu da Hebraica do Brasil e meu point obrigatóriamente teve de mudar de sitio.
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